14
fevereiro

Você tem o seu caminho. Eu tenho o meu. O caminho correto e único não existe

Eis O TRECHO DE um poema de Robert Frost:
Diante de mim havia duas estradas. Escolhi a estrada menos percorrida e isso fez toda a diferença. Seguindo a mesma linha, M. Scott Peck, em A trilha menos percorrida, adverte que nada é fácil quando saímos da rota mais comum: “É humano – e sábio – temer o desconhecido, ficar ao menos um pouco apreensivo ao embarcar em uma aventura.

No entanto, é somente com as aventuras que aprendemos coisas importantes.”
Ele explica, em seu livro, que o crescimento pessoal é uma tarefa árdua e complexa, que dura a vida toda, e um caminho no qual não existem muitos atalhos, basicamente porque os atalhos são construídos, passo a passo, com as pegadas das próprias pessoas. No entanto, essa maneira de caminhar em direção ao desconhecido contém sabedoria e realização. Para Peck,

é provável que nossos momentos mais sublimes ocorram quando nos sentirmos profundamente abatidos, infelizes ou descontentes. É somente nesses momentos que, movidos pela insatisfação, seremos capazes de sair da trilha já percorrida e buscar respostas mais verdadeiras em outros caminhos.

Extraído do livro Nietzsche para estressados

Publicado em ARTIGOS, AUTOCONTROLE por Rodrigo Oller. Marque Link Permanente.


Comentários via Facebook

comentários



Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado