8
março

Saiba os sintomas e como tratar o fanatismo

Entre os tipos de fanatismo existem: religioso, político, esportivo, e outros.
Sentimento extremado é um distúrbio psicológico, diz especialista.

Em época de copa do mundo, as atenções se voltam para o futebol. Mas para um grupo de pessoas o esporte não sai da cabeça nem por um segundo. São os torcedores fanáticos. Aqueles que acompanham cada passo dos seus clubes e deixam até a família de lado.

Segundo a psicóloga Ana Maria Franqueira, esse sentimento extremado é um distúrbio psicológico e é diagnosticado quando a pessoa age apenas com a emoção, sem usar a razão antes de decidir o que fazer. É difícil para o fanático perceber que passou do limite por conta do traço irracional que prevalece: o radicalismo.

Dentre os tipos de fanatismo existem o religioso, político, esportivo, entre outros. Isso pode ser perigoso e não faltam exemplos como fanáticos religiosos ou as torcidas organizadas de futebol.

Ana Maria afirma que esse é um traço patológico que se desenvolve ao longo do tempo e pode estar ligado a questões de baixa autoestima, falta de identidade. Segundo ela, é uma necessidade de ser melhor. O fanático faz isso se juntando a um grupo.

Como tratar:
Primeiro a pessoa tem que identificar (pode ser com a ajuda da família ou dos amigos) se a paixão está passando dos limites. Depois, é feito um trabalho para fortalecer a autoimagem e mostrar para o paciente que ele não precisa se unir a um grupo ou usar de violência física para ser aceito.

Sintomas:
Personalidade radical, pessoa que mal ouve a opinião do outro, não consegue discutir argumentando com os amigos e sempre usa a emoção para decidir as coisas.

Saiba mais: globo.com

Publicado em ARTIGOS, AUTOCONTROLE por Rodrigo Oller. Marque Link Permanente.


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