27
maio

Mentes Formatadas

Escolhas genuínas existem?

Ou existem as contaminações que insistem em prevalecer nas nossas escolhas?

Pior ainda, quando nossos conceitos são distorcidos e aquilo que parecia bom, torna-se antiquado e fora de propósito.

Exemplo: Em uma entrevista, na revista semanal VEJA (Páginas Amarelas) surge a idéia de que inveja, egoísmo, etc… Tudo o que originalmente era aceito como distorcido e inadequado, torna-se algo a ser conquistado. O homem precisa tornar-se diferente daquilo que sempre foi ou não fará diferença no mundo atual.

Começam aqui as contaminações:

Ludibriar é necessário, simular afinidade, amizade, interesse, parcerias, visando proveito próprio, torna-se necessário. Tirar vantagem, na verdade, significa esperteza, inteligência, capacidade e versatilidade.

Esse quadro começa a tomar forma, a crescer, a penetrar em nossas mentes através de livros, da mídia e de repente instala-se na nossa cultura moderna.

Começamos a pensar assim, deixando para trás aquilo que antes nos parecia impossível de mutação.Inicia-se um processo interessante que nem sequer nos damos conta.

O primeiro sintoma é quando começamos a ter vergonha de dizer o “diferente” diante de um grupo de pessoas. Medo de parecer antiquado, preconceituoso e inflexível.

A ousadia de manter conceitos tradicionais torna-se difusa e temerária.

Começa desse modo, a formatação de nossa mente para o mundo moderno. Mas, uma modernidade que nos oferece o que? Realizações ou frustrações de tentar ser ou aceitar conceitos que não são os nossos?Uma formatação quase imposta, traiçoeira, construída. Distorção daquilo que Deus ensinou ao homem.

Mas… nenhuma surpresa com esse quadro, pois afinal já existia o alerta:
“Não vos conformeis com esse século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm.12:2)

por: Marilena Teixeira Netto

Publicado em ARTIGOS, AUTOCONTROLE, MENTE por Rodrigo Oller. Marque Link Permanente.


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